Da nascente da vida para o mar da felicidade, só pelo rio da identidade e o barco da pertença

[Leitura] Act 3, 13-15. 17-19; Sal 4, 2. 4. 7. 9; 1 Jo 2, 1-5a; Lc 24, 35-48

[Meditação] Vivemos momentos conturbados no que toca às dimensões da identidade e da pertença da pessoa humana. A descoberta de uma identidade saudável está a ser posta em causa com a recente decisão parlamentar da possibilidade da mudança de sexo no registo civil aos 16 anos de idade. A consciência de uma séria pertença é, a meu ver, posta em causa com a possibilidade de desistir ou levar a desistir da vida com a proposta da eutanásia em estudo. Como é que os nossos atuais cristãos e, concretamente, os católicos que estão a celebrar a Páscoa refletirão estes assuntos?

A liturgia da Palavra deste 3º Domingo da Páscoa ajuda-nos, precisamente, a descrever qual a direção do “leme” de um pensamento sério e postura leal à verdade, sobre quer a origem, quer a finalidade da vida humana. Vejamos:

Deus criador é fonte de vida. E a natureza, com as suas leis próprias, está antes da cultura (que pode ser manipulada pelo ser humano, nomeadamente como está a acontecer com a sugestão da ideologia de género!).

A vida humana é sempre um desígnio de amor vocacional. O diálogo íntimo entre Deus e cada ser humano desenvolve-se na abertura a um horizonte de felicidade longínquo, muito para além do que se vê na experiência terrena.

A identidade pessoal é uma “ilha paradisíaca”… ou pelo menos a procura do prazer inicial de viver em si e a partir de um si próprio saudável, capaz de sonhar. Esta identidade já não se pode construir sem uma referência à alteridade, mesmo correndo o risco do mal (cf. Génesis 3).

A pertença é uma “fábrica” de pontes. As pontes para o sentimento de utilidade numa missão não prescinde de um indivíduo presente em si próprio com uma identidade em consolidação contínua, nem a consciência de ligação fundamental com as mediações que Deus coloca no nosso caminho, desde o nascimento até à morte. A pertença (a uma comunidade, a um movimento, a um grupo) ajuda a dar o melhor de si mesmo numa missão útil, dentro de um código de valores que prometam um sucesso, também ele vislumbrado como ligado ao mistério que nos transcende e nos habita ao mesmo tempo.

Não é por acaso que o Papa Francisco, ao falar aos jovens, sublinha-lhes a importância de estar ligados aos “velhos sonhadores” que são os seus antepassados, para que eles próprios saibam ser “jovens profetas” (cf. FRANCISCO, uma conversa com THOMAS LEONCINI, Deus é Jovem, Ed. Planeta). Como é que poderá ser assim, se “eutanasiarmos” a memória do passado e se “castrarmos” a descoberta da verdadeira identidade de cada um e uma?

(Em atualização)

[Oração] Oração pelas Vocações:

Jesus Cristo,
amor do Pai,
que nos chamas, hoje,
a escutar a voz do Espírito Santo,
na experiência quotidiana;
ensina-nos a discernir
a própria vocação,
fruto da graça do Batismo,
para vivermos o dom da fé,
imensamente amados por Deus,
e responder com confiança
ao chamamento,
para servir a Alegria do Evangelho,
como a jovem Maria,
Tua e nossa Mãe.
Ámen.

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

[Subsídios para a 55ª Semana de Oração pelas Vocações] AQUI

Para o “Tomé” que há em nós, o Ressuscitado proclama a 9ª Bem-aventurança!

[Leitura] Act 4, 32-35;1 Jo 5, 1-6; Jo 20, 19-31

[Meditação] Está proclamado, a partir deste Evangelho do II Domingo da Páscoa, que o “visto da fé” não é meramente ver com os olhos físicos a presença do Senhor, hoje Tomé, como no outro dia a Maria Madalena que queria “aprisionar” o Senhor na sua corporeidade física terrena. Hoje em dia, «felizes os que creem sem terem visto», a partir do contacto com o Corpo do Senhor que é a Igreja e que na Igreja atua como Cabeça. É esta a nova (a 9ª!) Bem-aventurança da fé cristã que o Ressuscitado proclama para os que acreditarem na presença misteriosa do Ressuscitado na Igreja e a partir da comunidade da Igreja.

Por isso, a comunidade não é só uma casa para acolher o Ressuscitado que lhe dá vida, mas para acolher aqueles que, como outrora Tomé, quiserem fazer a experiência do mesmo Ressuscitado. Doravante, o medo desaparecerá com a força do Espírito e as portas desta “casa” escancarar-se-ão ao mundo, para que dela saia a público a novidade mais urgente de ser publicitada: a do Amor de Deus que quer salvar toda a humanidade.

Em Itália, por esta ocasião, andam todos a anunciar “Buona Pasquetta!”, transferindo para o convívio ao ar livre a alegria pascal, juntamente com as cestas cheias de comida que transportam para os campos ou para a casa de um vizinho ou familiar para se prolongar a alegria pascal. Sim, vamos fazer do anúncio da vida nova do Ressuscitado uma experiência social! Senão, continuaremos a sepultar Jesus e a fugir do Seu Espírito transbordante de amor, do Pai do qual já nem a morte nos pode separar.

[Oração] Sal 117 (118)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

O sepulcro vazio de morte é sinal de uma comunidade cheia de vida!

[Leitura] Jo 20, 1-9

[Meditação] O Domingo de Páscoa deveria ser um dia para irmos todos ao encontro dos “sepulcros” vazios onde a morte já não impera, mas unicamente a abertura ao Espírito Santo expirado pelo Ressuscitado. Temo que haja ainda um lastro de judaísmo nalguns cristãos de hoje: agarramo-nos ao corpo de Cristo morto para não deixarmos que a novidade do Seu Espírito nos leve a viver na perspetiva da Ressurreição. Não é por acaso que Jesus diz a Maria Madalena: «Não me detenhas, pois ainda não subi para o Pai; mas vai ter com os meus irmãos e diz-lhes: ‘Subo para o meu Pai, que é vosso Pai, para o meu Deus, que é vosso Deus.’» (cf. Jo 20, 17), não a deixando agarrar-se ao corpo que Ele tinha, mas a adorá-l’O no seu Corpo glorioso. Temo que a “páscoa” de alguns cristãos seja a eternização de uma escrupulosa Sexta-feira Santa, uma vez que não aguentam beijar ou sorrir unicamente a Cruz florida com resplendor, onde já não pende o corpo do Crucificado. Sem a sua Ascensão, como nos poderia ser enviado o Espírito de Amor? Na Epístola da noite santa de Páscoa, o Apóstolo Paulo garantiu-nos que «uma vez ressuscitados dos mortos, Cristo já não pode morrer» (cf. Rm 6, 3-11). De facto, Paulo sugere-nos a nós cristãos que preguemos Cristo Crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios (cf. 1 Cor 1, 23). No entanto, a pregação do Apóstolo não se fecha nesta afirmação. O que será, para as comunidades de hoje, mais sinal de escândalo?

Após a Ressurreição, toda a expressão de fé há de ver o lugar das causas do mal (o “lugar dos cravos”) em vez das mesmas, uma vez que a Morte e Ressurreição de Cristo tudo superou. Hoje, a Cruz de Cristo continua a ser sinal de escândalo, nos diversos ambientes da sociedade laica (com raras e corajosas exceções!). Talvez isto se deva também ao facto de muitos batizados se terem demitido de, como Tomé, “tocar” no lado sofredor dos irmãos com quem o Ressuscitado Se identifica.

Ainda há muitos (des)crentes para quem a vitória do Ressuscitado sobre a morte é ainda mais sinal de escândalo do que as cruzes em que muitos, hoje, são “crucificados” pelos que ferem a dignidade humana. Não há dúvidas, muito para além do sepulcro vazio e das aparições do Ressuscitado: a grande prova teológica (de fé) da Ressurreição é a Igreja viva, como sinal do Corpo vivo do qual Cristo é a Cabeça. Este discurso não é meramente uma figura de estilo (por exemplo, a sinédoque em que se toma a parte pelo todo e vice versa), mas a declaração de uma correspondência real entre Cristo vivo e a comunidade dos crentes. Estes são, por isso, convidados a ser tstemunhas desta verdade a toda a humnanidade, para que a todos chegue o anúncio deste promessa de vida eterna.

[Oração] Olhando para toda a dor que deixou um vazio, meditando o anúncio da Ressurreição, olhar o céu ao som da improvisação para 3 pianos de Ola Gjeilo “Seven Eight” (“Sete Oito”) e “Spotless Rose” (“Rosa Impecável”).

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

Hoje tive a graça de ser um “jumentinho”!

[Leitura] Mc 11, 1-10

[Meditação] Na obediência apressada a responder a Jesus, que disse aos seus apóstolos «Ide à povoação aí em frente…», indo celebrar a primeira das Missas do Domingo de Ramos, parei uns metros mais à frente de um senhor idoso que levantava o braço a pedir boleia para a Missa, enquanto o seu outro braço segurava  o seu ramo.

Durante a proclamação do Evangelho que sucede a bênção dos ramos e antecede a procissão para a Missa da Paixão tive a sensação nítida de estar a exercer a missão do “jumentinho” que transporta Cristo para a glória de Deus que é o homem vivo (cf. Santo Ireneu).

Tenho a sensação contrária, quando nas minhas relações sociais ou nas que contemplo nas redes sociais, contemplo os olhares humanos mais voltados para os ministros do que para Cristo. Aí parecemos ser “chaval’s”, com poder tipicamente à imperador romano. Isto não tem nada a ver com a Páscoa que a quaresma procurou preparar!! Como diz o Papa Francisco polemicamente diz: «Vale mais ser ateu, do que um cristão hipócrita»!

Para uma verdadeira Páscoa na vida de todos os que procuram Cristo, vale mais ser um “jumentinho” do que uma falsificação da sua Pessoa e do Seu Projeto!

[Oração] (Silêncio!)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

A experiência do Amor de Deus é uma incursão no altruísmo da fé

[Leitura] Os 14, 2-10; Mc 12, 28b-34

[Meditação] Ao escutar o Evangelho para hoje, tive a sensação de estar a viajar ao encontro do Reino de Deus, respondendo ao convite de usar a estrada dos mandamentos da Lei de Deus, dentro da viatura que é a vida pessoal, com quatro rodas que são as faculdades dinâmicas do ser humano: coração, alma, entendimento e força de vontade. A viatura tem mais lugares que o do seu condutor ou pelo menos do lugar para um co-piloto: o próximo, cuja vida precisa de ser conduzida para o mesmo reino; ou cuja aventura do reino pode inspirar a nossa. O motor é o Espírito Santo desta viatura que é a vida de cada crente é o Amor de Deus, o Espírito Santo que o Pai verteu pela entrega de seu amado Filho. E o eixo de transmissão é a nossa comunhão com Deus!

A experiência do amor de Deus jamais pode ser uma aventura solitária. Terá sempre de “dar boleia” aos que se encontram pela estrada, num gesto de altruísmo que liberte da, por vezes, agreste experiência de uma viagem solitária para o Reino escondido por detrás das desmotivações ou desconfianças humanas. É uma incursão da fé, na medida em que nos aventuramos a entrar em domínios não habituais da experiência da humanização conforme Deus a sonhou nos seus desígnios de amor criador e redentor.

[Oração] Sal 80 (81)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

Ainda que perdoado, és escravo enquanto não perdoares

[Leitura] Dan 3, 25. 34-43; Mt 18, 21-35

[Meditação] «De todo o coração» é a medida do louvor de Azarias a Deus como retribuição pelo seu imenso poder ao salvá-lo da fornalha ardente. «De todo o coração» é a medida do perdão que Jesus sugere aos seus seguidores. Na verdade, 70×7 não é só uma fórmula que mede o perdão, mas uma forma de, até à morte, o crente devolver a Deus, mediante os que pecam ou que prevaricam, a sua infinita misericórdia.

Não basta, pois, sentir-se perdoado. É preciso dar provas de que se é capaz de perdoar.

[Oração] Sal 24 (25)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

Para um bom cristão, a Palavra inteira é precisa!

[Leitura] Gen 22, 1-2. 9a. 10-13. 15-18; Rom 8, 31b-34; Mc 9, 2-10

[Meditação] Para defender a necessidade do senso comum em determinado assunto importante, o povo costuma dizer que «para um bom entendedor, meia palavra basta». E, quanto a isto, tem razão! No entanto, quando se trata da vida eterna para a qual é necessário dar saltos de qualidade (e não só de quantidade), o senso comum não basta: é preciso a Palavra de Deus que é Jesus, inteiro!

No cimo do monte da transfiguração aparecem Moisés e Elias, para Marcos sublinhar que Jesus é maior que a Lei e os Profetas. No final da cena desaparecem, ficando só Jesus, sublinhando-nos que é Ele de que precisamos, sem pôr nem tirar, para a nossa salvação. Jesus é o novo Moisés e o último dos Profetas. Ainda mais: Ele é o novo Isaac a quem Deus Pai não poupou a vida terrena para nos possibilitar a entrada na vida eterna. Por isso, é o Filho muito amado que somos convidados a escutar.

A teologia deste II domingo da Quaresma é um convite a não cedermos à tentação de vivermos a vida cristã a pensar que Deus quer que façamos sacrifícios inúteis, provando uma obediência (in)condicional, mas desde que Ele nos dê uma melhor vida terrena… Ele não quer a morte dos seus filhos (como não quis a morte de Isaac), mas que vivam através da oferta das suas vidas em favor de muitos. Os verdadeiros sacrifícios são os do coração, muitas vezes lento em amar (isso sim) incondicionalmente.

[Oração] Sal 115 (116)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

Com «Doze» e com «Sete» Jesus cumpre o que promete!

[Leitura] Tg 1, 12-18; Mc 8, 14-21

[Meditação] O entendimento acerca do projeto de Deus realizado por Jesus Cristo não foi sempre possível nas mentes dos discípulos, talvez porque se estava a inaugurar os tempos da Boa Nova. Também hoje é difícil para nós, apesar de a Revelação ser definitiva, embora não totalmente acolhida. Como sugere Santo Anselmo o Mistério de Deus é como a luz do sol para o qual não podemos olhar diretamente, ficando os nossos olhos ofuscados por tanta luz, mas permite-nos, ao mesmo tempo, ver a realidade que essa luz ilumina sobre esta terra.

À primeira vista, os dicípulos ainda não tinham tirado as conclusões dos milagres das multiplicações dos pães e dos peixes que Jesus tinha realizado, mantendo nos seus corações o “fermento” dos fariseu e de Herodes com que ainda teimavam responder à falta de bens materiais, desconfiando da ação de Deus. Ainda hoje continua a a ser assim para esta Igreja peregrina, numa sociedade de serviços maioritariamente assentes num contabilidade economicista que, em larga medida, descarta para alguns poucos momentos a celebração do mistério da fé nos sacramentos (inclusive para o momento último da velhice e da eminente morte!).

Alguém rezava, um dia, numa vigília da Semana dos Seminários, diante do Santíssimo Sacramento exposto: «Senhor, nós estamos para aqui a rezar pedindo operários para a tua messe, mais com lamentações do que com a oração da confiança e Tu com doze homens simples fizeste com que chegasse até nós este manancial de vida sacramental. Faz com que tenhamos mais confiança com o que somos, ainda que com tão pouco».

[Oração] Sal 93 (94)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

As curas de Jesus restituem não só o direito à cidadania na terra, mas também à do Reino de Deus!

[Leitura] Lev 13, 1-2. 44-46; 1 Cor 10, 31– 11, 1; Mc 1, 40-45

[Meditação] Durante este fim-de-semana pudemos observar na comunicação social a falta de unanimidade quanto à forma de acompanhar os divorciados recasados. Não sei se pesou mais a vontade de alguns agentes de comunicação social quererem dividir os pastores da Igreja Católica ou se a antecipada falta de comunhão intraeclesial na pedagogia pastoral quanto a esse acompanhamento.

O Papa Francisco, em A alegria do Amor, propôs-nos três passos − acompanhar, discernir, integrar − como forma de abordar aqueles e aquelas que estiverem a viver circunstâncias irregulares quanto ao ideal de vida que é a Família no Matrimónio.

[Oração] Do Dia Mundial do Doente:

Santa Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe,
ensinai-nos a acreditar, a esperar e a amar.
Jesus disse-vos na Cruz:
“Mulher, eis o teu filho”.
Com estas palavras abriu-se, para todos nós,
o vosso coração materno.
“Temos Mãe!”
Confortai-nos, Senhora nossa, com a vossa ternura,
e indicai-nos o caminho para o Reino.
Santa Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe,
somos filhos vossos!
Confiamo-nos ao vosso coração de Mãe
em todos os dias da nossa vida. Ámen.

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

Itinerância, proximidade e discrição são procedimentos do Evangelho que cura

[Leitura] Job 7, 1-4. 6-7; 1 Cor 9, 16-19. 22-23; Mc 1, 29-39

[Meditação] Fez-me pensar quem afirmou que sem pobres o Evangelho deixa de ter destinatários… o que é um convite para nos assumirmos como pobres do Evangelho e, nele, aprendamos a ser ricos para os outros!

Entre a paciência “impaciente” de Job diante de Deus e a confiança gratuita de Paulo diante do Evangelho, vamos ao encontro da verdadeira identidade de Jesus Cristo que Marcos nos continua a ajudar a aprofundar nestes domingos do Tempo Comum. Hoje, vemos claramente que Jesus não se desvia nunca da prioridade que é curar quem está doente, mesmo que para isso tenha de quebrar regras sociais citadinas (não esquecer que a sogra de Simão morava numa cidade) que rapidamente fizeram chegar à porta daquela casa uma multidão de doentes.

Fugindo do perigo da vanglória sempre eminente nas possessões demoníacas eufóricas, sai de manhãzinha cedo (imagino que seja uma hora preterida pelos demónios!), para, num sítio ermo, se unir à Fonte que O ilumina. Todos O procuram… mas o seu programa de Bom Pastor não se cinge à cidade. É preciso ir também fora, onde não chega a publicidade da salvação.

Está neste Evangelho o argumento que levou o Papa Francisco a sugerir, no n.º 25 d’A Alegria do Evangelho, o «estado permanente de missão». O Santo Padre insiste que esta identidade de Jesus Cristo descrita por Marcos deve ser a mesma dos cristãos e da Igreja, para que, no perigo da autorreferencialidade, não se desvie da sua missão. Uma Igreja que não caminhe ao encontro dos pobres e dos fracos ou doentes deixa de estar ligada ao Evangelho de Jesus Cristo, por mais que se afirme estar ligada a Ele através do cumprimento de leis e da celebração de ritos.

[Oração] Sal 146 (147)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

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