Na resposta ao convite do Reino de Deus basta o protocolo da aceitação livre

[Leitura] Ez 36, 23-28; Mt 22, 1-14

[Meditação] Quando nem o objetivo do encontro (bodas), nem a ementa (bois cevados) servem para que o banquete se realize, por causa da obstrução ou desvio da liberdade dos primeiros convidados, apesar da insistência do anfitrião, para os últimos convidados basta o protocolo da aceitação ao mero convite, independentemente do lugar ou situação em que se encontrem.

Com esta parábola, Jesus dá-nos a impressão de que a participação no Reino não requer grandes preparativos e etiquetas mundanas, mas única e impreterivelmente a boa vontade livre de precedências honrosas. Na verdade, para Deus, o que conta não é a nossa (im)preparação, mas a sua soberana benevolência a respeito da humanidade inteira. Pessoalmente, ainda não percebi bem a resistência de parte da nossa humanidade em aceitar tão grande e gratuido amor!

A primeira parte do Evangelho como que reflete a situação da humanidade no Antigo Testamento, ante a aceitação/rejeição de Jesus Cristo. A segunda parte coloca-nos diante da oferta de vida neotestamentária, aberta a todos, embora como proposta de conversão (aquisição do “traje nupcial”).

[Oração] Sal 50 (51)

[ContemplAção] www.twitter.com/padretojo

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