A alegada indignidade do centurião afinal é uma grande manifestação de fé

[Leitura] 1 Tim 2, 1-8; Lc 7, 1-10

[Meditação] Acordei com a notícia sobre o “alegado furto de Tancos” relacionado com as armas que terão desaparecido no nosso “paiol”, se calhar, por outros desleixos que estão a ser investigados. A Palavra de Deus deste dia fala-me de um centurião sobre o qual recaia uma alegada má fama que, afinal, pelo depoimento dos anciãos dado a Jesus, se vem a revelar como grande manifestação de fé.

É certo que vivemos num mundo de grandes contrariedades, mas estas não escusam de que os seres humanos não objetivem uma hierarquia de valores assente numa ética. Aquele centurião poderia deixar o seu servo morrer, mas não era corrupto. Pelo contrário, hoje em dia, nas nações, já não sabemos se a maioria dos governantes são eleitos para defender a segurança dos cidadãos ou para velar pelos seus próprios interesses.

Em vez de se andar a brincar aos “polícias e ladrões” ou às “minas e armadilhas”, como se a realidade total fosse a que se visualiza numa tela de computador ou num mero campo de treino militar, será necessário que todos (incluindo os que têm o poder de velar pela segurança dos povos) soubessem que há um só mediador entre Deus e os homens. O Apóstolo exorta-nos a rezar por todos eles, para que se salvem e, pelo poder de que são investidos, colaborem numa mais ampla salvação dos outros.

[Oração] Sal 27 (28)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo