Batismo: o renascimento que ilumina a consciência ativa

[Leitura] Act 4, 23-31; Jo 3, 1-8

[Meditação] É eloquente o sinal da Vela de Batismo: mostra-nos a cera produzida pelo trabalho das abelhas simbolizando a vida natural, que envolve o pavio que é capaz de ser aceso com o fogo. De facto, todas as criaturas são, à partida, velas capazes de ser acesas com o Espírito de Deus. No entanto, essa Luz implica, como na vela, gastarmo-nos para que, segundo o desígnio de Deus, se acenda em cada crente. O Sacramento é a “acendalha” ou “isqueiro” de uma iluminação que dura a vida toda, de forma indelével.

Por isso, nós cristãos não fomos batizados. Somos batizados! E, como tal, estamos sempre acesos para o Anúncio do mesmo Senhor Jesus Ressuscitado que nos deu a vida nova por essa purificação e essa Luz que nos enviou com o Pai.

O Batismo, para não ser uma mera data de calendário ou propósito para se receber folares de padrinhos, tem de fazer tremer, com atitudes conscientes que derivam em atos decisivos que mudam a vida (própria e dos que nos rodeiam). Em última análise, o Batismo faz viver segundo uma opção fundamental, com a resposta a um chamamento que Deus reserva para cada um e cada uma.

[Oração] Sal 2

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

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