Das trevas à Luz, a direção unânime é o seguimento de Jesus

[Leitura] Is 8, 23b – 9, 3 (9, 1-4);1 Cor 1, 10-13. 17; Mt 4, 12-23 ou Mt 4, 12-17

[Meditação] O chamamento dos Apóstolos Pedro e André, Tiago e João acontece numa das passagens de Jesus pelo mar da Galileia. A sua dinâmica é o caminho e a sua tarefa é a da pregação da proximidade Reino de Deus, confirmada pelas curas com que ia libertando os atormentados. Cumpre-se a profecia sobre a Luz qu se levanta no meio das trevas.

Onde há trevas, existe a dispersão e a desunião. A Luz ilumina a quem se aproxima e reune num centro aqueles que se deixam atrair por ela. Para esse centro que é Jesus Cristo, não há vias paralelas (que nunca se encontrariam n’Ele), mas linhas que convergem para o mesmo, embora provenientes de periferias diferentes. Penso ser assim a lógica da espiritualidade cristã protagonizada por uma imensa variedade de pessoas, em instituições e movimentos, e que, para ajudarem a sair das trevas para a Luz verdadeira, terão de ser, não paralelas (como infelizmente mutios correm o risco), mas a convergir apra o mesmo centro, desde a variedade dos dons que as constituem.

No seguimento unânime da mesma Voz que chama resultará um mesmo unânime partir para a missão que, ao encontro das periferias, através da variedade de dons e carismas, faz sentir a presença do mesmo centro atrativo, aos ouvidos dos que vivem na escuridão. É bom, pois, que haja diferenças nas formas de abordar a aproximação a Jesus Cristo; no entanto, a direção tem de ser a mesma, para que a Ele todos levem. Porque as perfierias são diferntes, mas o Horizonte é o mesmo: o Reino apregoado por Jesus Cristo.

[Oração] Sal 26 (27)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

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