Publicado em Lectio Humana-Divina

O testemunho é sempre uma luz no meio de trevas

​[Leitura] Act 6, 8-10; 7, 54-59; Mt 10, 17-22

[Meditação] Ainda agora estivemos em clima familiar a confraternizar à volta do Nascimento de Jesus e a Festa do martírio de Estêvão já nos coloca diante de uma página desconcertante do Evangelho. É como que um convite a que “não devem deixar que o Sol se ponha sem terem dominado a vossa irritação” (Ef 4, 26). Na verdade, por vezes pode acontecer que, mesmo em família, os assuntos sérios não fazem parte da refeição, lugar ideal para se unanimizarem os corações quando aos valores cristãos.

O testemunho cristão é, por isso, sempre uma luz que brilha no meio de trevas. E o Natal gera um ambiente propício para que ele seja dado, uma vez que a Fonte dessa Luz se manifestou na nossa carne, em Jesus Cristo. Dar testemunho da Verdade é como que dar uma varridela nas sombras ou dúvidas que por aqui e por ali escurecem a nossa experiência humana e cristã.

A oitava de Natal continua a ser um tempo propício para invocar e estar abertos ao Espírito de Deus, pois o “Céu aberto” é uma proeza da glória de Deus que, uma vez incarnado em Jesus, não cessa de dar vida eterna àqueles que a sua Palavra não contradizem.

[Oração] Sal 30 (31)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo

Autor:

Padre da Diocese de Viseu