Usar a ciência para conhecer e amar a Deus

[Leitura] Ap 3, 1-6. 14-22; Lc 19, 1-10

[Meditação] Enquanto o cego Bartimeu, após ser tirado daquela “berma” da cegueira pela fé em Jesus,  sobe com Ele para a árvore da vida, atravessando de Jericó para Jerusalém, Zaqueu é convidado a descer da “árvore” da ciência do bem e do mal, diante da qual estivera habituado a cair na tentação. Estes dois conterrâneos têm, agora, algo em comum: a comunhão em Jesus Cristo!

Imagino que atravessar Jericó antes da subida para Jerusalém, deve ter sido para Jesus não já só como um atravessar o deserto que O tentara antes da sua vida pública (a segunda morte, depois da”kenosis”), mas de atravessar o “deserto” em que a humanidade ainda vivia imersa, para os “elevar” e os fazer “descer” ao lugar da sua terceira morte na cruz.

O sicómoro serve, no meu humilde ver, como símbolo dos que usam a ciência (perícia, esperteza) para conhecer e amar a Deus, como contemplamos na vida.e ministério de Alberto Magno. Nesta árvore, ganha o bem no diálogo com o mal. É a redenção no seu máximo expoente. Porque o Seu Autor está a passar por perto… Zaqueu reconhece que estava “morto”, sobe para conhecer Jesus e desce para acolher o Espírito da Vida.

[Oração] Sal 14 (15)

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo