Discípulo missionário, extensão vital da Cruz de Cristo

[Leitura] Is 26, 1-6; Mt 7, 21. 24-27

[Meditação] A memória de S. Francisco Xavier lembra-nos que, se a nossa glória está na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo (cf. Gl 6, 14), cada cristão é chamado a ser extensão da mesma como discípulo missionário. Os “braços” da Cruz de Cristo, na sua significação, abraçam os pontos cardeais da terra, de modo que, um dia, pela atração da evangelização, toda a humanidade se há de reunir no seu centro, no Reino glorioso. No entanto, aquela força não é proselitista, mas implica que cada homem e mulher, uma vez escutando o anúncio da Palavra, tenha a coragem e prudência de, livremente, a pôr em prática. Para isso, é necessário que as agendas dos cristãos estejam cheias de uma jornada terrena que demonstra mais qualidade da vida quotidiana testemunhante que uma quantidade de ações exclusivistas. A fortaleza do nosso coração é a confiança no Senhor e o fundamento da eficácia das nossas ações é a Sua vontade.

[Oração] Em: Categorias

[ContemplAção] Em: twitter.com/padretojo