Dá mais quem se alimenta de Deus!

[Leitura] Dan 1, 1-6. 8-20; Lc 21, 1-4

[Meditação] Já estamos na “prancha” para saltarmos para o Advento que se aproxima. Mais mergulhamos nele, quanto mais saltarmos de forma a podermos mergulhar em profundidade no mistério do Natal. Se saltarmos com o peso de toda a “obesidade” material que nos ocupa desnecessariamente, iremos ao teto e ficaremos lá colados como as lâmpadas no pinheiro, que só enfeitam, apesar do brilho que emitem. Se fizermos “dieta”, poderemos saltar e mergulhar bem no fundo da “piscina” do Advento, rasgando performativamente as águas da nossa humanidade que Jesus Cristo também quis assumir. A liturgia de hoje oferece-nos dois exemplos de uma “dieta” boa para podermos mergulhar bem no mistério do Deus-connsoco: a viúva pobre que, sabendo-se alimentada pelo poder de Deus, deita tudo o que tem na arca do tesouro; Daniel e os seus companheiros que preferem alimentar-se de comida pobre, crescendo com o alimento da sabedoria divina, do que contaminar-se com a abastada dieta real. Ambos imitam Jesus que, sendo rico, Se fez pobre, para nos enriquecer com a Sua pobreza (cf. ” Cor 8, 9). Seremos miseráveis se, agarrados à falsa riqueza, ignorarmos o bem maior com que Deus nos quis presentear e que nos possibilita ser para os outros, independentemente das suas diferenças. S. Clemente I deixou aos coríntios uma famosa carta onde exortou à concórdia e à paz. Peçamos intercessão através deste mártir!

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