O jugo paradoxal do Amor

Frequentemente, “autoridade” e “opressão” encontram-se na pessoa que não olha a meios para chegar a certos fins. O jugo que Jesus nos propõe (cf. Mt 11, 28-30), não nos pode oprimir, mas aliviar, porque apoiado numa autoridade cuja finalidade é a libertação da humanidade através de um não “meio” mas inteiro Amor. Por isso, Deus e a sua forma de atuar são incomparáveis. Porquê – mesmo na consciência da nossa fragilidade – fugir d’Ele? Ele partilha a sua autoridade aos que O amam, para, com ela, poderem compater o mal que os oprime. Foi por nós que o Mestre esteve sempre acimpa dos seus opressores, ora “transgredindo” contra as suas falsas “leis”, ora “transgredindo” o seu ser divino para Se compadecer de nós e nos libertar.

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