De "Eva" à "Avé" Imaculada

Eva atira-nos para a serpente na justificação da escolha que fez. A Avé-Cheia-de-Graça atira-nos para Deus. Maria é o protótipo de todo o crente, figura da Igreja, transportando Jesus Cristo, na constância do seu SIM. Eva representa-nos na condiçãod e pecadores; Maria representa a possibilidade de acolhermos a herança a que fomos destinados: a de sermos como Ela, a Mãe que nos trespassa os “genes” espirituais da graça a que também todos nós fomos chamados. Não punhamos Maria Imaculada tão distante de nós a pontos de não podermos contemplar essa graça que precisamos de imitar; deixemo-nos transportar no seu “colo” de onde a graça divina se recebe como que por apego a um amor materno, fruto das mesmas entranhas que acolheram o Salvador. Maria é uma “brisa” no deserto do Advento, que nos acoita do sol que queima, para podermos a vir a olhar para o Sol que ilumina.

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