A «dimensão esquecida»

Falando sobretudo para a formação no enquadramento do acompanhamento vocacional (o que também vale para a formação da pessoa humana em geral), a dimensão do «bem aparente», que constitui grande parte da vida cristã quotidiana, parece que seja a mais esquecida.
É mais frequente estar preocupado na formação de alguém sobre o que possa consistir um problema moral, entre a virtude e o pecado, conflito geralmente desenvolvido no âmbito do consciente (supõe-se que a pessoa tem uma consciência recta!) do que considerar aquela tal área da personalidade que é influenciada pelas forças do subconsciente e que não tem nada a ver com virtude-pecado, mas com o «jogo» que a pessoa tem de fazer no quotidiano para aproximar o bem real de que é portadora com o bem aparente que diante dos outros demonstra
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* Cf. Luigi M. RULLA, Antropologia della Vocazione Cristiana, 1. Basi interdisciplinari, Edizioni EDB, Bologna 1997, pp. 352-360.
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