Depois de acreitar…

… é preciso amar!

Depois de professarmos a fé como Tomé com as palavras «Meu Senhor e meu Deus» (Jo 20,28), somos convidados a repetir a fé com as palavras de Pedro: «Senhor, tu sabes tudo; sabes que te amo» (Jo 21, 15ss).
Na verdade, depois de se garantir a «ortodoxia» (verdade da fé) e de se praticar a «ortopraxia» (praticar a caridade), precisamos de testemunhar e apoiar a «ortopatia», quer dizer, o equilíbrio da pessoa entre o seu coração e a sua mente, a integração entre a «fides et ratio».
Isto implica ter um coração ardente que seja cada vez menos tardio e lento e se apresse por amar Jesus vivo, pondo toda a nossa existência (mesmo aquela que tentamos esconder) à Sua disposição para que o seu mistério sobre cada um de nós se realize.
Escutamos Amarti de Carlo Cavallin.
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