Maranathá! Vem, Senhor Jesus!

Começar um novo ano litúrgico neste caminho cíclico é empreender um superamento de mim, na auto-transcendência.
É deixar que a “árvore” que sou, plantada neste mundo, estique os seus ramos, mesmo os mais débeis, ao mais alto mistério.
Para isso, preciso de descer à profundidade do meu ser, mergulhando as raízes bem fundo, na realidade que só à luz da Palavra e ao Amor de Deus poderei compreender.
Para ser mais do que aquilo que sou: aquilo que Deus quer que eu seja, em Jesus Cristo, no Espírito Santo. Vai ser isto, para mim, o Advento!
Escutamos “Maranatha” na voz de Jane Winther, uma interpretação que imita a saudável “monotonia” oriental que poderá facilitar uma meditação mais límpida dos ruídos quatidianos.