navegar: da palavra… à ação

um “púlpito” para escutar:

L 1 Mq 5, 1-4a; Sl 79 (80), 2ac e 3b. 15-16. 18-19 L 2 Heb 10, 5-10 Ev Lc 1, 39-45, no IVº Domingo do Advento (C)

Um dos pensamentos que me vem ao coração a partir da Antífona do Ó neste 4º Domingo do Advento é que a “ponta” pela qual o Senhor começa por unir os povos são a proveniência dos elementos de cada família a partir do pacto do casamento e do sacramento do Matrimónio. Assim aconteceu com Maria e José. Não se sabe muito do passado deste, mas pela forma como orou e agiu diante da situação de Maria e do Menino Deus, podemos adivinhar que teve uma história de crescimento extraordinário. De Maria já sabemos os nomes dos seus pais Joaquim e Ana e de Jesus, bem, sabemos que vem diretamente de Deus Pai, pelo Espírito Santo. Só celebraremos a Sagrada Família de Nazaré depois do Natal, mas aqui já importante constatarmos que em cada um dos elementos de uma nova família humana, está o ponto de encontro de várias famílias. Assim podemos ver as nossas comunidades paroquiais, diocesanas, etc. ─ encontro de vários povos e nações. Hoje, pela mobilidade sem fronteiras, podemos ver como esta Antifona do Ó sempre proclamou e continua a proclamar algo verdadeiro como: Ó Rei dos povos e seu anseio, pedra angular que reunis os povos num só: vinde e salvai o homem que formastes da terra.