navegar: da palavra… à ação

um “púlpito” para escutar:

L 1 At 9, 26-31; Sl 21 (22), 26b-27. 28. 30. 31-32 L 2 1Jo 3, 18-24 Ev Jo 15, 1-8 ─ No Domingo V da Páscoa (B)

Hoje, o Senhor leva-nos para junto de uma vinha para nos ensinar algo de muito profundo. Há oito dias, levou-nos à pastorícia. Hoje a uma vinha. Quer ajudar-nos a aprofundar consecutivamente e sempre mais em profundidade o sentido da sua e da nossa Páscoa e da nossa existência crente. E sempre nos tem como um “nós” e não somente o “Tu” a “tu” que também faz parte.

Com a pastorícia, Jesus queria sublinhar-nos uma “geografia espacial” da relação que tem um dentro e um fora, entre a privacidade do redil e as pastagens que é preciso visitar para encontrar sustento.

Com a alegoria da videira, Jesus quer ensinar-nos uma verdade mais íntima na relação com Ele e as consequências desta relação. A dimensão comunitária não deixa de estar presente, mas Ele convida-nos a assumir que O acolhamos dentro de nós como “seiva vital” do qual depende o crescimento dos frutos.