É esta uma das convicções actuais da que chamados “formação permanente”, erradamente se vão definindo com a exclusividade das acções de formação onde pessoas bem informadas nos falam. Estas são boas acções e devem-se aproveitar! No entanto, serve este conselho quer para o padre, como para o religioso (a), o leigo casado ou não: o encontro com o outro. Mutios filósofos existencialistas a bordaram este tema e é bonito falar dele. No entanto, poucos vêm Deus nele, ou querem aprender com ele. O outro também é nosso mestre, pois Deus muitas vezes fala-nos através dele.
Jesus inventou as parábolas, mas é como se nem todas tivessem escritas pelos evangelistas: continua a inspirar-nos através destas formas de comunicação para nos fazer compreender o seu Evangelho, através das variadíssimas situações da nossa vida e da dos outros, e da história.
Falo por mim: ontem, quando uma pessoa me falava de alguém, com o desejo de ajudar a crescer alguém, ela também falava para mim, sem ela saber. Eu acatei. Deus estava a falar-me! Ouvi até ao fim. Aquela pessoa precisava de desabafar tudo aquilo. Eu precisava de ouvir. Estou em formação permanente!
