Integração

Muitos projectos não vão adiante…
Muitas vocações não se decidem…
Muitas liberdades não se concretizam…
Muitas pastorais não são apostolicamente eficazes…

… somente porque falta uma «peça» na totalidade do ser da pessoa ou da organização. Por vezes, bastará acrescentar mais um elemento positivo num processo de crescimento, seja ele de cariz psicológico ou outro.
Em muito ajuda o diálogo entre pessoas/instituições, pois não é frequentemente fácil, seja em que âmbito for, ver dentro de si próprio o que falta relacionar, acrescentar ou assumir.

Lectio Divina e Lectio Humana

Na actividade pastoral, conheçam-se e apliquem-se suficientemente, não apenas os princípios teológicos, mas também os dados das ciências profanas, principalmente da psicologia e sociologia, para que assim os fiéis sejam conduzidos a uma vida de fé mais pura e adulta. (Gaudium et Spes 62)
Neste sentido, hoje é cada vez mais necessário, respondendo aos apelos do Concílio, desenvolver uma Lectio Humana em profunda analogia à Lectio Divina. Aproveitando as descobertas das ciências humanas, a pessoa humana é chamada a ser melhor, como por exemplo amar, perdoar, rezar, analizando, para isso, adequadamente as dinâmicas de funcionamento interior e relacionale que facilitam ou impedem a mudança num horizinte de fé.

Manifestação de Jesus

Outrora Menino para nossa admiração,
Hoje Homem para nossa salvação.


Primeiro Ternura para nossa humanização,
Depois Graça para a nossa santificação.

Antes a Água para a nossa purificação,
Agora o Espírito para a nossa iluminação.

Ontem Epifania para toda a humanidade,
Hoje Vida pública para cada irmão.

Santíssimo Nome de Jesus

Para além de o ter na memória, vou passar a ter o teu Nome, Jesus, no meu livro de contactos:

Tm.: número infinito.
Moradas: eucaristia, sacrário, próximo, distante, interior de mim, trabalho, alegria, tristeza, compaixão, solidão…
E-mail: resposta imediata.
Agenda: toda.

Para Te ter também mais no coração!

Ano Novo, Vida Nova?…

Uma expressão muito usual
transbordante de desejos de tudo
o que o homem aspira no momento.


Pergunto-me, no entanto:
– Como poderemos voltar a ver
aquela Estrela do Bem cadente?

Sagrada Família de Jesus, Maria e José


Escutamos: “Família“, do grupo SALDATERRA

Céu de estrela e de noite é o meu tecto, Senhor.
Perdido, viajo à procura de quem sinta a minha dor.
Dor de esperança ferida, enche o meu peito, e o calor
que é a saudade de ter junto de mim conforto e amor.
Que é a saudade de meus pais, Senhor.

Busco a fonte do amor, busco alguém p’ra partilhar.
Este fogo interior, busco a mãe, o pai, o lar.
Porque juntos somos um,
Jontos p’ra aprender a amar.

Vejo uma luz ao longe, mal consigo acreditar
Uma mão se estente e o abraço está a chegar
Um regaço me acolhe, minha família, meu bem.
Este tesouro que eu sempre tive e desprezei.
Graças, Senhor, p’lo que eu encontrei.

Espiritualidade Sacerdotal Renovada

A «diocesanidade»

A diocesanidade é o valor espiritual que une o presbítero a um prespitério, desenvolvendo a fraternidade sacramental que são chamados a viver unidos ao Bispo, favorecendo o encontro, o diálogo e a colaboração entre eles.
Parece-me, nesta era da globalização que favorece as relações virtuais entre as pessoas…

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Hoje nasceu o nosso Salvador!

«O sinal de Deus é a simplicidade. O sinal de Deus é o menino. O sinal de Deus é que Ele faz-se pequeno por nós. Este é o seu modo de reinar. Ele não vem com poder e grandiosidades externas. Ele vem como menino – inerme e necessitado da nossa ajuda. Não nos quer dominar com a força. Tira-nos o medo da sua grandeza. Ele pede o nosso amor: por isto faz-se menino. Nada mais quer de nós senão o nosso amor, mediante o qual aprendemos espontaneamente a entrar nos seus sentimentos, no seu pensamento e na sua vontade – aprendemos a viver com Ele e a praticar com Ele a humildade da renúncia que faz parte da essência do amor. Deus fez-se pequeno a fim de que nós pudéssemos compreendê-Lo, acolhê-Lo, amá-Lo.» [Ler mais]
Escutamos, esta semana, Puer natus est nobis, na interpretação dos Monges do Mosteiro de São Domingo de Silos. Escolhi a simplicidade sublime do canto gregoriano; ela ajuda-nos, pela voz humana, a entrar no0 mistério essencial desta Solenidade: “O Menino nasceu para nós!” Demos glória a Deus nas alturas!

Senhora da Esperança

«Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.» (Lc 1,39)

Maria, mulher de fé,
és, por excelência, a defensora da vida.
Nesta véspera de Natal,
peço-te por todas as mulheres que estão para ser mães:
são-no, hoje, num mundo que teima em não defender a vida que se esconde nas “entranhas” da Vida;
são-no num tempo de uma débil promoção da vida humana.
Senhora da Esperança,
acompanha estes teus filhos
que temem as “dores de parto” de uma nova humanidade.

Advento poderá ser sempre…

… tempo favorável para saborear a nostalgia de Deus no vértice dos nossos empenhos, na dispersão das mil actividades, no caos da cidade, no burburinho dos escritórios, no barulho das estradas e das fábricas.
É tempo no qual, quase, se torna mais fácil “desejar o desejo”, relativizando outra pequena e imediata aspiração do nosso coração que não seja aquela de desejar um único objecto válido do nosso amor, Aquele que a voz suplicante de um dos profetas do Advento nos apresenta: «Céus deixai cair o orvalho, nuvens, chovei o justo; abra-se a terra e brote o Salvador» (Is 45,8).